
P R O D U Z I D O







Portugal e o Mar
O Palco Timor da Expo '98 acolheu a primeira dramatizaçãodo grupo de teatro da ESSG. Os Descobrimentos Portugueses foram a inspiração.

As portas que Abril abriu
Em 1999 nasce a segunda peça emblemática do grupo. Mais de 50 actores deram corpo e voz à encenação da Guerra do Ultramar e à Revolução do Cravos.
Homenagem a Saramago
O Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, veio à ESSG ver Baltasar e Blimunda na dramatização da sua obra-prima, o "Memorial do Convento".

Malhas que o Império tece
A continuação de "Portugal e o Mar" estabelece um percurso épico e trágico de um Império ainda presente na memória colectiva do nosso povo.
Castro
A tragédia de António Ferreira teve como palco a Igreja de St.ª Maria, em Setúbal, em 2003, depois de ter estreado em Palmela no ano anterior.
Felizmente Há Luar!
O drama de Sttau Monteiro estreou em 2007 e esteve várias vezes em cena até 2011. O drama retrata a trágica apoteose do movimento liberal oitocentista português.


Frei Luís de Sousa
O clássico de Almeida Garret, obra-prima do teatro romântico, foi alvo de uma dramatização pelo nosso grupo. O enredo tem como fundo a resistência ao domínio filipino.
Memórias de um tempo
Herdeiro d' As Portas que Abril Abriu este espectáculo esteve em palco em Setúbal e Vendas Novas.
Quatro Paredes de Tinta
Com texto, encenação e coordenação artística de Ricardo Campos, a peça estreou, em 2012, no auditório da ESSG.

Antes de Começar
O Espaço Fontenova acolheu, em 2013, a adaptação do texto de Almada Negreiros. Em 2014, foi visto por mais de 400 crianças na ESSG.

Terra Fogo. Mar e Céu. E a vontade dos Homens.
Em 2014, este Drama foi a palco para reflectir sobre a ideia de um Portugal renascido, mostrando-nos que para levantarmos voo de novo, só precisamos de SONHO e VONTADE.
Minha Mãe
O Club Setubalense acolheu, em 2011, o projecto de Ricardo Campos baseado em textos de Fernando Pessoa. Conceição Crispim dirigiu os actores.
Deus quer, o Homem sonha,
a Obra nasce
Drama épico que retrata o conflito dos portugueses com a grandeza adormecida do seu país. Estreou em 2013, no Fórum Municipal Luísa Todi.